Exames

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Exames de sangue

hemograma serve para analisar as principais células do sangue. São elas:

  • hemácias (glóbulos vermelhos), cujos valores servem para o diagnóstico da anemia;
  • leucócitos, cujos valores são usados no diagnóstico infecções, como a pneumonia, e diversas alergias;
  • plaquetas, cujos valores servem para determinar problemas de coagulação, ou seja, se o paciente é propenso à sangramentos (em cirurgias, por exemplo) ou à formação de trombos.

O colesterol mede os diferentes tipos de gorduras no sangue. Ele é composto pelas somas das frações de:

  • HDL, o chamado colesterol bom, que previne a aterosclerose;
  • LDL, o chamado colesterol ruim, ligado à obstrução dos vasos sanguíneos;
  • VLDL, outro tipo de colesterol ruim, também ligado a doenças cardíacas;
  • triglicerídeos, um marcador relacionado ao VLDL.

Outras análises muito solicitadas são da ureia e da creatinina. Seus valores (chamados de taxa de filtração glomerular ou clearance de creatinina) servem para estimar a quantidade de sangue filtrada pelos rins por minuto. Assim, são importantes para ajudar a determinar se o paciente tem insuficiência renal.

glicemia de jejum ou dosagem de glicose (taxa de açúcar no sangue), por sua vez, é usada no diagnóstico ou controle do diabetes. Para isso, o médico considera que:

  • valores entre 100 e 125 mg/dl são considerados como estado de pré-diabetes;
  • valores acima de 126 mg/dl são considerados como diagnóstico de diabetes.

As transaminases, ou TGO (AST) e TGP (ALP), são exames que indicam lesões nas células do fígado. Seus resultados servem para diagnosticar a hepatite, mas também são levados em conta na investigação de hipotireoidismo, pancreatite, doença celíaca e outros problemas.

Os eletrólitos (dosagens de sódio, potássio, cálcio e fósforo séricos) devem estar normais. Porém, episódios frequentes de vômitos e diarreia, o uso de certos medicamentos e a ocorrência de intoxicações podem alterá-los. Por exemplo:

  • hipernatremia, indica níveis elevados de sódio no sangue e, hiponatremia, níveis reduzidos;
  • hipercalemia, níveis altos de potássio e, hipocalemia, baixos;
  • hipercalcemia, níveis altos de cálcio e, hipocalcemia, baixos;
  • hiperfosfatemia, níveis altos de fósforo e, hipofosfatemia, baixos.

TSH e o T4 livre servem para analisar o funcionamento da tireoide. Seus resultados podem indicar hipertireoidismo e hipotireoidismo.

ácido úrico mostra como o organismo metaboliza algumas proteínas. Níveis elevados indicam maior risco de doenças cardiovasculares, cálculo renal, entre outras.

PCR (proteína C reativa) elevado pode indicar uma inflamação em curso. Além disso, pode estar associado a tumores.

PSA é outro tipo de proteína. Se elevado, pode indicar hiperplasia prostática benigna (aumento da próstata decorrente do envelhecimento), infecção na glândula ou câncer de próstata. Este exame é comumente solicitado por urologistas na investigação do câncer de próstata.

albumina é uma proteína que serve como marcador de nutrição. É utilizada para avaliar o funcionamento do fígado.

VHS é mais um indicador de inflamação. Se elevado, costuma ser associado à existência de doenças autoimunes.

Exames de urina

O exame de urina mais básico é a urina tipo I. Avaliando características como cor, densidade e pH, bem como a dosagem de proteínas, glicose, hemácias, leucócitos e bactérias, é possível detectar infecções urinárias e patologias renais.

urocultura também serve para diagnosticar infecções urinárias. Mas a análise vai além, identificando o tipo de bactéria causadora da infecção.

Exame de fezes

exame de fezes serve para detectar doenças no aparelho digestivo ou na região retal. Para isso, verifica-se se há indícios de sangue, gordura, bactérias, protozoários ou parasitas (vermes) na amostra fecal. Além disso, por meio da análise dos níveis de acidez nas fezes, pode-se diagnosticar intolerâncias e alergias alimentares.

A Lei Federal 13.103 , mais conhecida como Lei do Caminhoneiro ou Lei do Motorista, determina que os condutores das categorias C, D e E façam o exame toxicológico de larga janela de detecção nos casos de:

  • obtenção da Carteira Nacional de Habilitação – CNH;
  • alteração de categoria da CNH;
  • renovação da CNH.

A Lei do Caminhoneiro é válida em todo o Brasil desde Março de 2016. Em 2017 a obrigatoriedade do exame toxicológico passou a vigorar também para os casos de admissão e desligamento de motoristas profissionais das categorias C, D e E; contratados no regime CLT. Uma das informações sobre o exame toxicológico CNH mais importantes:

O exame toxicológico só pode ser realizado em laboratórios devidamente credenciados pelo Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN).

O exame toxicológico também tem como objetivo identificar o consumo de drogas em um período de 90 dias, para testes realizados em cabelos ou 180 dias para pelos. Essa ação visa acabar com o uso de substâncias químicas e da imprudência dos motoristas nas ruas e estradas, proporcionando dessa maneira mais segurança a sociedade.

O procedimento para a realização do teste toxicológico é simples, rápido, indolor e não exige nenhum preparo. O prazo de entrega da Toxicologia Pardini é em média 4 dias úteis a partir da chegada do exame para análise.

QUAIS AS DIFERENÇAS ENTRE OS TESTES E SUAS VANTAGENS?

Os exames são separados por estágio da infecção e são importantes no auxílio do diagnóstico da doença. Conheça os testes disponíveis e suas indicações.

Para quem ESTÁ com sintomas:

  • TESTE RT-PCR E ANTÍGENO

O teste RT-PCR e a Pesquisa de Antígeno SARS-Cov-2, são os exames mais recomendados para saber se ESTÁ com a COVID-19. O RT-PCR é indicado do 1º ao 10º dia de sintomas. Também para indivíduos que tiveram exposição recente a pessoas infectadas e querem descobrir se estão com vírus. Rastreia assintomáticos, inclusive para pré-operatório de cirurgia eletiva e viagens internacionais.

Já o Teste de Antígeno é recomendado entre o 1º e 07º dia de sintomas. Também para indivíduos que tiveram exposição recente a pessoas infectadas e querem descobrir precocemente se estão com vírus, dentro do período indicado. Lembrando que mesmo com um teste negativo, é necessário manter as precauções quanto a transmissão.

 

Para quem JÁ apresentou sintomas há mais de 14 dias ou julga que pode ter tido contato com o vírus há mais de 14 dias:

  • SOROLOGIA

Para saber se o organismo desenvolveu resposta imunológica em função da exposição à doença, existe o exame de sorologia. Ele é realizado a partir de amostra de sangue venoso e deve ser feito após o 14º dia de início dos sintomas, já que o corpo leva alguns dias a partir da infecção para começar a produzir anticorpos detectáveis. Dessa forma, esse não deve ser encarado como um exame para descobrir infecção atual e, normalmente, é indicado para pessoas que possuem suspeita de contato prévio com o Coronavírus há mais de 14 dias.

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